quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Illustrator - Vetorização de foto

Imagem antes da vetorização

Imagem após a vetorização
Ainda há o que melhorar!! =D

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Redefinição de rótulo por vetorização

Rótulo vetorizado redefinido


Novo logotipo da bebida





Rótulo Antigo


segunda-feira, 27 de abril de 2009

INTRODUÇÃO A FIREWORKS

O Fireworks é um software para otimização de imagens e criação de interfaces para web. Ao invés de utilizar uma série de ferramentas programa para criação de bitmap, programa de desenho baseado em vetores, combinar pequenos aplicativos para criar efeitos, mapas de imagem e animações e navegador para a visualização da interface, podemos usar o Fireworks, que simplifica todo esse processo, integrando todas as ferramentas citadas, sem necessidade de alternar para outros aplicativos.
Os computadores exibem gráficos em formato vetorial ou bitmap (O Fireworks contem ferramentas que consegue abrir ou importar ambos os formatos:

Gráficos Vetoriais: Processam a imagem usando linhas e curvas, chamadas vetores, que incluem informações sobre cor e posição. Independem da resolução.
Gráficos de Bitmap: São compostos por pontos, denominados pixels, organizados em uma grade. A tela do computador, por exemplo, é uma grande grade de pixels. Quando exibidos na resolução correta, os pontos ajustam-se como ladrilhos em um mosaico para formar a imagem.
No desenvolvimento de paginas para WEB, temos contato com diversos formatos de arquivos. Abaixo alguns deles:

Gif (.gif): Abreviatura de Graphic Interchange Format (formato de intercâmbio de gráficos). Um dos formatos que podemos usar para publicação na WEB, geralmente para desenhos.
JPEG (.jpg): Abreviatura de Joint Photographic Experts Group (grupo conjunto de especialistas em fotografia). Também muito utilizado para publicação de imagens na WEB, geralmente fotografias. Comprimindo-se o tamanho da imagem, pode perder-se a qualidade.
TIFF (.tif): Significa Targed Image File Format. Pode ser utilizado para Editoração Eletrônica com programas como PageMaker e QuarkXpress.
AI (.ai): Formato gerado pelo Ilustrator. Permitem a manipulação de todos os objetos, como se gerados pelo próprio Fireworks.
PNG (.png): Abreviatura de Portable Network Graphics (gráficos de redes portáteis). É uma alternativa ao formato Gif. Possui esquema de compactação sem perda, mas existem dois tipos: os salvos pelo Fireworks e os exportados por ele (para WEB utilizamos o formato exportado). Só pode ser visualizado no Internet Explorer ou Nestcape de versões superior a 4.0.
PSD (.psd): Formato gerado pelo Photoshop, se os arquivos tiverem Layers ou Layer Mask, o Fireworks interpreta e transforma os layers do Photoshop em seus próprios layers.

Edição de imagens

A cor é um elemento fundamental na transmissão de mensagens visuais, emoções e apelos comerciais.

O sistema usado para criação de cores em um monitor baseia-se nas mesmas propriedades fundamentais da luz que ocorrem na natureza: podem ser criadas a partir do Vermelho, do Verde e do Azul (base do modelo de cores RGB). Um monitor colorido cria 3 feixes de luz que reveste a parte interna da tela. Quando vemos o vermelho no Fireworks, sabemos que o monitor ativou o feixe vermelho, acendendo um pixel vermelho na tela, ou seja, ver a imagem digitalizada de uma maçã na tela, é diferente de vê-la em nossas mãos. Ao apagar a luz, por exemplo, deixaremos de ver a maçã em nossa mão, mas continuaremos visualizando no monitor, pois ele continuará emitindo luz.

O Bit

Um bit é o menor elemento da memória do computador, e cada bit é basicamente, um interruptor de ligar e desligar. Uma exibição de computador com profundidade de 1 bit é capaz de mostrar duas cores; uma cor na posição ligada e a outra na posição desligada. Essa profundidade pode ser dobrada e se formarão duas cores mais, e assim por diante. Com 32 bits podemos descrever potencialmente mais de quatro bilhões de cores, mas nosso olho não diferencia essa variedade.

Devido a sua relação com a memória do computador, quanto maior a faixa de cor, mais memória será consumida, a memória da placa de vídeo.

Cores Hexadecimais

Se quisermos usar cores em qualquer elemento gráfico, precisamos usar valores em hexadecimais. Em HTML, valores de cor RGB são dados em hexadecimal, derivado de uma base de cálculo 16.

Cores hexadecimais tornam-se rapidamente reconhecíveis.

Cores Seguras da Web

O número de bits mais baixo aceito em todos os monitores é 8 bits (256 cores), mas há mais uma restrição para exibição de cores na Web: o Navegador (Browser). Os mais populares compartilham o mesmo processo de gerenciamento de paleta de cores.

Embora a paleta de cada sistema possa parecer diferente, elas compartilham 216 cores comuns, sendo que cada uma reserva 40 cores que pertencem ao sistema operacional.

A paleta segura na Web é mais indicada para ser usada em imagens de cores chapadas, ou seja, imagens que não tenham texturas e degrades. A estas, a melhor forma de exportar é no formato gif. As fotográficas ou com texturas muito complexas são exportadas com uma paleta de 24 bits, e normalmente usam o formato JPEG.

domingo, 26 de abril de 2009

Marketing - (( EU como meu produto ))

Tão importante como a venda do produto em si, é o marketing pessoal, por isso, eu pretendo sempre mostrar um trabalho limpo, bem feito, e de preferência entregar no “máximo” no prazo combinado. Porque no máximo? Por que entregar no prazo é satisfazer o cliente, mas entregar antes do prazo é surpreender o cliente. Também é importante entender exatamente o que o cliente quer e mostrar isso no resultado final.
Sobretudo a preocupação em sempre manter a ética, mesmo que isso signifique perder um trabalho, por que isso demonstra maturidade, confiança e responsabilidade profissional. Me manter sempre motivada, ser sempre pontual, bem vestida, mostrar um “sorriso” na voz e deixa-lo sentir a sua importância, afinal, é ele quem sustenta e define o sucesso do meu trabalho. É o mínimo que ele merece!

quarta-feira, 15 de abril de 2009

O que é Marketing?

Marketing é um processo totalmente social, porque esta diretamente ligado ao relacionamento com o público. Antes, era muito limitado, seguia um certo padrão, mas com as grandes mudanças que acontecem no mercado (e a grandes velocidades), o marketing vem se adaptando muito ao cliente. Na verdade, é o cliente que dita as regras no mercado, e por isso devem ser criadas estratégias para obter e manter os clientes. E o processo não acaba quando o produto finalmente é vendido para um cliente, mesmo após a compra, o cliente deve continuar se “lembrando” da empresa, do serviço ou produto. E isso só acontecerá se a própria empresa não deixar que isso aconteça, por meio do pós venda.

Marketing Interativo

O cliente deixa de ser apenas mais um dentre tantos dentro de um grupo, ele passa a ser identificado por seu nome, tem um papel ativo nas decisões que englobam o processo do marketing, há realmente uma maior interação entre a empresa e o cliente, um verdadeiro “relacionamento”.

Marketing Direto

É um marketing de relacionamento, a comunicação direta entre cliente e vendedor, através de malas diretas, e-mails, catálogos (no caso de Avon e Natura) e etc.

Os 4 Ps.
Os 4 Ps são: Produto, Preço, Ponto de Distribuição e Promoção.

Produto: Envolve toda a “vida” do produto (as idéias para seu lançamento, a definição das necessidades do mercado, sua composição e etc, todos os detalhes referente ao produto ou serviço).

Preço: A definição de não apenas o valor de mercado, monetário, pois junto a este valor, deve estar acoplado o outro valor que o cliente dará a ele, o valor “Emocional” (Custo x Benefício). Deve gerar vantagem competitiva.

Ponto de distribuição: A definição dos locais de venda do produto, para que atinja seu público alvo da maneira planejada.

Promoção: Investimento na divulgação do produto. Neste item entram o marketing direto, interativo, eventos, seminários, todas as formas possíveis para tornar o produto conhecido pelo mercado. Também entram neste item as promoções de venda, sorteios, prêmios ao cliente, descontos, brindes, entre outros.

Segmentação:

A divisão do público por subgrupos, levando-se em conta suas diferentes necessidades e características. A segmentação é dividida nos seguintes fatores:

Fatores Demográficos: Leva-se em conta o sexo, idade, estado civil, renda da família, o tamanho da família, quem trabalha e quem não trabalha e etc.

Fatores Geográficos: O local em que o cliente esta, qual o tipo de comportamento naquela área, se isso é afetado por algum fator externo e etc.

Fatores Psicográficos: O que o cliente gosta de fazer em seu momento de lazer, se gosta de praticar algum tipo de atividade fisica, quais os valores na vida que ele agrega e acha importante, que estilo de vida levam e etc.

Fatores Comportamentais: Que hábitos o consumidor pratica, com que frequencia ele consome determinado produto, qual o nivel de sua necessidade e etc.

Diferenciação

A diferenciação é completamente voltada ao produto, caracteristicas que o torna único em comparação com a concorrência. Existem 5 maneiras para diferenciar um produto:

Preço/Vantagem de Custo: As vezes, por diferenças até mesmo de estrutura física, ou qualquer outro motivo, uma empresa consegue praticar um custo menor que seu concorrente

Atributos/Benefícios do produto: Uma característica única de um determinado produto, que o distingue do produto da concorrência, e que esta não consegue se igualar.

Serviços Agregados: O “algo a mais” que é oferecido junto ao produto, e que acaba o valorizando ainda mais.

Canal de Distribuição: Locais de venda exclusivos de uma determinada marca.
Imagem da marca: Atraves da divulgação e do posicionamento correto do produto perante o consumidor, constrói-se uma imagem referente a um produto, uma espécie de referência.

Quais os benefícios que a internet trouxe para o marketing? E o que mudou?

A internet gerou mais um canal de divulgação em massa para o marketing, onde se alcança o cliente onde quer que ele esteja. E o próprio cliente também saiu beneficiado porque ele pode decidir o que e quanta informação poderá receber. Isso pode ser ruim para o marketing? É muito relativo, basta para um bom estrategista na área saber aguçar uma característica ímpar do ser humano: Sua curiosidade!.
REVISTA SUPER MENINA:

OS 4 PS:


Produto: Revista voltada para o público infanto-juvenil, com espaço para sugestão da leitora dos proximos assuntos e temas abordados, via e-mail ou 0800. Abordagem de assuntos ligados a adolescência, Testes, Seção “Stars”, que sempre trará uma matéria exclusiva de algum idolo em alta na mídia, e também a Seção “Estilo”, que trata de moda de um modo geral

Preço: Direcionada para o público B e C, que não tem emprego, apenas estudam, e nas horas vagas, costumam praticar atividades lazer, geralmente em acesso a lan-houses.

Ponto de Distribuição: Bancas de Jornais, Supermercados, Hipermercados, e conteúdo parcial em “Revista Virtual” (direto pelo site www.supermenina.com.br)

Promoção: Distribuição de panfletos de divulgação do lançamento nas escolas e lan houses, desconto de 10% no primeiro número, comerciais nas rádios que abordam público jovem, e infanto juvenil.

Segmentação

Fatores Demográficos:
Sexo: Feminino
Idade: Entre 10-15 anos
Público: B e C

Fatores Geográficos:
Locais onde moram: Capitais e Metrópoles

Fatores Psicográficos:
Meninas na fase de transição da infância para adolescência, onde elas buscam uma identidade no meio em que vivem, geralmente, nos momentos em que não estão na escola, estão em acesso a lan-houses, shopping e etc.

Fatores Comportamentais:
Geralmente, as pré-adolescentes gostam de ler, mas somente conteúdos que lhe interessam, nada de economia ou política. Os assuntos interessantes para elas é moda, famosos, fofocas, horóscopo, dicas de penteados e maquiagens e etc.

Diferenciação

Preço ou Vantagem Competitiva: A leitora consegue ter acesso a revista ou parte dela por varios meios, e ainda tem voz para opinar sobre os proprios numeros.

Atributos e benefícios do produto: Um exclusivo aroma de morango

Imagem da marca: Com a distribuição em massa (inicialmente os panfletos) que tem pouco conteudo, e impacto visual de cores vibrantes, marca o repertório visual da leitora, e já vai construir a imagem do produto.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

"Existe DESIGN sem conceito?"

O objetivo final de um design é comunicar. Como se pode comunicar algo sem um conceito? Só porque é um termo bonito hoje em dia muita gente se auto-denomina design disso, design daquilo, mas a essência do designer vai muito mais além na minha opinião, é justamente ai que entra a questão de design e arte. Não são a mesma coisa.
Tanto que por trás de um trabalho (no nosso caso, um site), tem todo um processo. Não é só chegar e fazer..jogar um monte de informações dentro de um programa e pronto. Temos que coletar as idéias do cliente (briefing), até mesmo estudar o efeito das cores nessa comunicação com o publico final, tanto esforço para conseguir conquistar o nosso cliente em “3 segundos”. Se um elemento não se encaixar bem naquele lugar, se o site por qualquer motivo demora pra carregar, se a cor agride os olhos do usuário, dificilmente aquela pessoa entrará uma segunda vez no site. Ele tem que entrar no site e entender o que esta ali dentro, afinal, o dono da empresa em questão não vai estar do lado dele pra explicar o que é cada item. E isso tem que ser feito pensando no usuário mais instruído, e até naquele mais humilde, na classe social, sexo, idade e etc. Ou seja, há também uma grande responsabilidade envolvida ai. Se tudo isso for feito sem conceito, “de qualquer jeito” já sabemos o resultado final, um equívoco que compromete a comunicação e a funcionalidade do site. Tudo parte de idéias, bases, referências.. e nunca do gosto pessoal do designer. A função do design não é só estética.
Algo fundamental em que se pensar também é na arquitetura da informação. Como os elementos irão ficar dispostos na página, priorizar o que é relevante daquilo que não é.. TUDO que está dentro da pagina tem que comunicar alguma coisa. Toda essa comunicação é traduzida através da fonte usada também, então já é mais um fator que envolve o design. Ele esta de mãos dadas com muitos princípios que não podemos nem devemos deixar de lado.

Já na arte, a estética tem maior poder, pois geralmente as obras são feitas a partir das idéias do artista, de suas emoções. Algumas obras de que conhecemos são frutos de chamada “súbita inspiração” que vem de seus criadores. Algumas podem até ter interpretações diferentes, cada um vê ao seu modo (Isso nem em sonho pode acontecer num site que fizermos.. a comunicação e a ideia final devem ser entendidas por todo o publico, ou pelo menos a grande maioria dele). A arte geralmente é onde expressamos nossos sentimentos..uma espécie de “desabafo” do artista. Nesse sentido então, qualquer um tem um momento “artista”, até mesmo crianças de 2 anos, com pinturas totalmente abstratas (algo que você olha, as vezes não entende, ou outras vezes nem tem o que entender, mas não deixa de ser “arte”). A arte pode ter N definições...o design não.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Análise - Site MAL ELABORADO

www.arngren.net

Avaliação nos seguintes aspectos:

1 – Atração
Nesse aspecto já deixa a desejar, pois demora pra carregar (já perdeu os 3 segundos pra “conquistar” o usuário).

2 – Como usuário
Tudo bem que está em outra língua, mas mesmo que estivesse em nossa língua, acredito que eu não conseguiria definir numa única palavra o tema do site. Mesmo quando se clica em algum dos itens, abre-se uma nova tela, com as informações referentes a aquele itens espalhadas por toda a página, com muitos espaços em branco. Um site literalmente feio.

3 – Beleza Estética
Dizem que a beleza que os olhos vêem não conta, mas nesse caso, contaria muito, porque basta um primeiro olhar para o site (seja um olhar técnico ou não), para logo ficarmos propensos a clicar no botão “voltar”.

4 – Legibilidade
Nula. Perdi a conta de quantos tipos de fonte foram utilizadas, fora a relação totalmente conflitante das cores. Alinhamento nem existe nesse site, um item por cima do outro, fotos pequenas e grandes misturadas por todo o site. É um conteúdo muito incompreensível e agressivo visualmente.

5 – Cores
Usa todas. E esse é o maior problema, não há um item de unificação do site, pelo contrário. É uma total desorganização, tons pastéis com tons vibrantes. Um total conflito visual.

Análise - Site BEM ELABORADO

www.natura.com.br
Avaliação nos seguintes aspectos:

1 – Atração
As cores utilizadas na home tem relação constrastante (tons pastéis), o que cria uma grande harmonia visual, quando comparadas as fotos usadas.

2 – Como usuário
Com certeza o usuário final poderá ficar durante um bom tempo navegando no site, embora diretamente ele nem note, a harmonia dentro da página é captada automaticamente pelos olhos.

3 – Beleza Estética
Todos os princípios da arquitetura da informação foram muito bem empregados, e de maneira simples : Técnica (os efeitos em flash que carregam rapidamente por exemplo), design (é um site bonito, com fotos de pessoas em momentos felizes, que mesmo que indiretamente, tem atração visual) e texto (nenhum erro ortográfico, linguagem simples e acessivel). Todos estes em conjunto, deixaram o resultado final simples, mas bonito (Em design, menos sempre é mais).

4 – Legibilidade
Os espaços em branco proporcionam descanso visual, e os efeitos de proximidade e alinhamento estao bem empregados, criando uma unidade visual dentro do site, e tambem organização. As cores além de contrastantes, são usadas como um dos elemento de repetição, o que nos ajuda a saber onde estamos sem precisar ficar procurando alguma guia dentro do site. Podemos citar tambem como elementos de repetição os sinais de tópicos, as palavras dos menus mudarem para cor laranja ao posicionarmos o cursor em cima delas. As fontes são todas bastonadas, e na home estão empregadas em Caixa alta/baixa, em cores que não dificultam a leitura, também pode-se acrescentar as quebras de linhas, e informações bem resumidas em blocos (lemos e já sabemos quais assuntos serão abordado se clicarmos ali).

5 – Cores
Como já citado, as cores não tem uma vibração muito agressiva, elas são constrastantes, mas usadas nos tons pastéis permitem que o usuário permaneça por bastante tempo conectado ao site. Ajudam na unificação e organização do site.

sábado, 4 de abril de 2009

O Expressionismo

O Expressionismo é a arte do instinto, trata-se de uma pintura dramática, subjetiva, “expressando” sentimentos humanos. Utilizando cores irreais, dá forma plástica ao amor, ao ciúme, ao medo, à solidão, à miséria humana, à prostituição. Deforma-se a figura, para ressaltar o sentimento. Predominância dos valores emocionais sobre os intelectuais. Corrente artística concentrada especialmente na Alemanhaentre 1905 e 1930.

Vincent Van Gogh


A genialidade de Vincent Van Gogh somente foi reconhecida após a sua morte. Em vida, o artista holandês, que passou fome e frio, viveu em barracos e conheceu a miséria, vendeu apenas uma pintura _ "O Vinhedo Vermelho". Em maio de 1990, uma de suas mais conhecidas obras, "O Retrato de Dr. Gachet", pintado um século antes, justamente no ano de sua morte, foi comercializado por US$ 82,5 milhões. Atualmente, os seus quadros estão entre os mais caros do mundo.

Pintou mais de 400 telas - os três anos anteriores à sua morte foram os mais produtivos. Uma mudança fundamental na vida do pintor holandês aconteceu quando Van Gogh trocou Paris por Arles, mais ao sul da França. Na pequena cidade, Van Gogh aluga uma casa e intensifica o seu trabalho, ao lado de Gauguin. Após um período de ótima convivência, os dois pintores começam a discutir muito e Van Gogh ataca Gauguin com uma navalha em dezembro de 1888. Inconformado com o fracasso do ataque e completamente transtornado, Van Gogh corta o lóbulo de sua orelha esquerda com a própria arma. Em seguida, embrulha o lóbulo e o entrega a uma prostituta. Internado em um hospital, recebe a visita do irmão Theodorus. No começo de janeiro de 1889, Van Gogh deixa o hospital, mas apresenta sinais evidentes de disfunção mental - às vezes, aparenta tranqüilidade, em outras oportunidades, demonstra alucinações.

Por ironia, à medida que a sua saúde fica ainda mais deteriorara, a classe artística começa a reconhecer o seu talento, expondo alguns de seus trabalhos em museus. Em maio de 1890, aparentando estar recuperado, Van Gogh passa a morar em Auvers-sur-Oise, a noroeste de Paris, onde pinta freneticamente. Em julho, uma nova recaída no estado de saúde do pintor holandês. No dia 27, Van Gogh sai para fazer um passeio e toma uma decisão drástica - atira contra si mesmo, no tórax. Cambaleando, volta para a sua casa, mas não comenta com ninguém que tinha tentado o suicídio. Encontrado por amigos, Van Gogh passa as últimas 48 horas de sua vida, conversando com o seu irmão - os médicos não conseguiram retirar a bala do tórax. No dia 29, pela manhã, o pintor morreu e o seu caixão foi coberto com girassóis, flor que ela amava. Aliás, a tela "Os Girassóis" é uma das obras-primas de Van Gogh.

Algumas de suas principais obras:

Retrato do Dr. Gachet



Girassóis


Noite Estrelada